Sexta-feira é agora dia de clipe aqui no Optimus Sonus!
Hoje tem DOBRADINHA pra começar: dois clipes da Ladi6, cantora neozelandeza que conheci por acaso navegando pelo YouTube. 
Com um som que lembra hip-hop, mas não deixando de lado sua pegada soul e R&B (e porque não, pop), Ladi6 vem mostrando pra que veio ao mundo: só no ano passado fez mais de 60 shows em sua turnê pela Europa. Sua voz passou por alguns dos álbuns underground de maior sucesso na Nova Zelândia na última década e tem no currículo participações em músicas de outros artistas contemporâneos a ela, como Fat Freddy’s Drop por exemplo.
Curtam os dois clipes abaixo - Bang Bang e Walk Right Up - e quem sabe em breve não tem CD dela aqui no Optimus pra download!

Ultimamente tenho pegado gosto por vocais femininos - tendência que teve início com a já famosa e candidata a dar a cara por aqui em breve, Erykah Badu -, e que me fez ir atrás de outros sons nessa linha.
Uma das artistas mais interessante que encontrei foi a Aşa (ou Asha, como é a pronúncia correta do nome).
Nascida na França, mas habitante há anos das terras nigerianas, a cantora apresenta em seu primeiro um som com instrumental mais pop e canções embaladas pela levada Reggae no violão, passeando ligeiramente pelo Jazz, Soul e ritmos africanos.
Caracterizado como Neo-Soul, Asha merece destaque principalmente pela voz doce e agradável, que passeia por timbres e melodias que tanto sua mãe quanto sua mina vão curtir com certeza.

Como amante da cultura Pop, não é nenhuma surpresa que um trabalho que traz o estilo no nome desperte interesse. E a mistura do Pop com a brasilidade do Samba e o swing do Soul tornaram impossível não apresentar o paulistano Curumin aqui no Optimus!
Mais conhecido na gringa do que em sua terra natal, o multi-instrumentistas-com-nome-de-índio traz em seu segundo disco, Japan Pop Show, um som cativante, engajado e moderno, que passeia por diversos estilos sonoros– do Dub ao Rap, do Funk ao Baião -, tendo na tríade Pop-Samba-Soul a chave do sucesso desse disco.

Convidados como BNegão e Tommy Guerrero – velhos conhecidos aqui do Optimus – engrandecem ainda mais o característico Japan Pop Show, que tá disponível facinho-facinho logo aí em baixo.
Essa é pra ficar na Cabeça o dia todo, se liga:

CD novo do Funk como Le Gusta só pode ser coisa boa, ainda mais chegando com um nome tão representativo.
Minha empolgação com esse disco começou logo pela capa: um retrato fantástico de seres humanos capazes de fazer do som algo realmente grandioso. E continuou com o estímulo sonoro proporcionado por ele, que apresenta vertentes latinas, brasileiras e norte-americanas - todas presentes no seu mais alto patamar.

É o tipo de som feito pra celebrar. Perfeito tanto pra colocar de fundo naquela festinha dos amigos quanto pra ouvir sozinho, refletindo sobre a mensagem positiva que as músicas passam.
Destaco o primeiro som que escutei do álbum, Sweet Ronie Song, que impressiona pela sutlieza dos metais - dividindo seu espaço com acordes espirrados pela escaleta - e pelo balanço que só um brasileiro consegue transmitir entre o Reggae e o Samba, com um respiro de Dub.
Tá aí mais uma obra que me faz sentir e acreditar na Cura pelo Som.

Aposto que você não tem a menor ideia do que esperar de uma banda que mistura música Clássica, Erudita e Jazz com Rap, Hip Hop e uma pegada master do gueto, que – prestem atenção – é formada apenas por instrumentos de sopro e bateria.
Então, meus caros, lhes apresento o Hypnotic Brass Ensemble!
Pra começar, oito dos nove integrantes da banda são irmãos, todos filhos de Phil Cohran – trompetista #Fodão que é um dos principais nomes da história do Jazz.
Como era de se esperar, são os irmãos Cohran que comandam os metais, a sonoridade e toda a essência da banda.
Com a música nos genes e em casa desde o nascimento, nos anos 90 a molecada já mandava seus sons pelas ruas de Chigaco, misturando toda a técnica e suavidade do Jazz – que passaram a infância toda estudando – com o Groove e pegada do Hip Hop, paixão que compartilhavam com o pai nos momentos de descontração.
Foi em uma dessas apresentações a céu aberto que nasceu o nome da banda, quando um homem de terno perdeu seu trem diversas vezes para assisti-los até o final. Após o show o sujeito chegou pros caras e lançou: “vocês me hipnotizam”.
Sensação essa compartilhada por diversos nomes consagrados da música mundial, como Gorillaz, The Recipe, Erykah Badu e Blur que já recorreram ao Hypnotic tanto em gravações quanto para shows.
Criatividade, originalidade, técnica, feeling, energia, identidade e muita pegada vão te hipnotizar também!
Garanto que nem sentira falta das tradicionais guitarras, vocais e baixo.
Se liguem na #PEDRADA:
Como somos bonzinhos, além do disco gravado em 2007, nos aqui do Optimus vamos disponibilizar também o EP Heritage, lançado pelo caras no ano passado e que homenageia artistas que influenciaram a banda.
#Enjoy

Good Buddha é mais uma banda australiana que caiu no meu gosto.
Como a maioria das bandas que vem da distante Oceania, os caras misturam de maneira muito característica elementos de Hip Hop, Funk e Soul, com letras de conteúdo e #Sonzeira de qualidade!
O álbum Hit The Sky Running é o terceiro da banda, então podem esperar por um trabalho sólido onde a banda mostra pra que veio.
Aproveitem a comodidade proporcionada aqui pelo Optimus, porque não é nada fácil encontrar o som desse caras pela net!
#SoltaoSom: